domingo, 28 de dezembro de 2014

Capítulo 54.


(...)

* DAPHINE NARRANDO *

- Amor?
- Hum?
- Tá tão chato aqui. Vamo sair?
- Essa hora? Não tem nada.
- Então vamo lá pra cima.
- Não quero. - ele fez bico.
Estávamos sozinhos, e tava super chato. A mãe foi fazer um cruzeiro e me abandonou, a Cléo tava com problemas e eu a liberei nessa semana.
O Rafa dormia numa almofada que estava no tapete, e eu estava deitada no sofá, com a cabeça em seu colo.
- Troca o filme.
- E se a gente ligar o videogame? No jogo do Edward?
- O jogo tá lá em casa.
- Ai que merda. - cruzei os braços.
- Vamo fazer como nosso filhote e, ir dormir? - ele riu e eu neguei.
- Bora na casa dos minis chamar eles pra brincar?
- O Enzo e a Clarinha?
- E a Dara também, vamos?
- Vamo.
Calçamos nossas sandálias, pegamos o Rafa e fomos até a casa da dona Estela, que era umas cinco casas antes da minha. Toquei a campainha e uma moça atendeu.
- Oi, a dona Estela tá?
- Oi. - ela sorriu - Tá sim, entrem.
- Ok, licença. - entramos.
- Irei chamá-la.
- Obrigada.
- Bonitona a casa dela né? - o curioso observava.
- O marido dela é tipo, podre de rico. - ele riu.
- Daphine!
- Oi pequena. - abaixei e ela me abraçou pelo pescoço.
- Tio Luan, você veio. - ela riu.
- Eu e o Rafa.
- Ele tá ficando grande. - assentimos rindo e sua mãe chegou na sala.
- A quê devo a honra de tê-los aqui?
- A gente veio pedir seus filhos emprestado. Pode? - ela riu - A gente tá no tédio lá em casa, e naquela vez que eles ficaram com a gente nós brincamos bastante.
- Eles contaram. Se eles quiserem ir, podem sim. - sorriu - Se comporta hein, Clara?
- Tá mamãe.
- Vai chamar seus irmãos. - ela saiu correndo - A Dara vai ficar louca.
- Também acho. - rimos.
- Vocês dois sozinhos em casa, e no tédio? - ela arqueou uma sobrancelha.
- Ela não quer, dona Estela. - o Luan disse e ela riu - Eu bem que tentei mas ela me negou.
- Cala sua boca, garoto. - o empurrei pro lado.
- Vocês viu. - ela riu - Não pensam em ter filhos?
- Já temos nosso Rafa. - ele disse e eu sorri.
- Mas e filhos de verdade? Seriam lindos.
- Obrigada, dona Estela mas acho que somos muito novos pra termos filhos. É muita responsabilidade.
- Isso é mesmo. - ela concordou - Mas é a melhor coisa do mundo.
- A gente vai pra casa da Daphine. Vem logo, Dara! - o Enzo gritou descendo com a Clara.
- E aí, rapaz. - ele e o Luan deram soquinhos nas mãos.
- Tia, como você tá bonita hoje. - rimos.
- Obrigada.
O sorriso da Dara tava quase rasgando o rosto de tão grande, ela veio e me deu um abraço bem apertado. Pedi que eles pegassem sunga e biquínis, tava muito quente e íamos pra piscina.
Fomos pra minha casa e os levei pra trocar de roupa, coloquei um biquíni e o Luan colocou uma sunga azul e uma bermuda fina.
- Ídola, eu disse no fã clube que vinha pra cá. Fiz mal?
- Claro que não, Darinha. Mas vamo aproveitar a piscina e largar o celular né? - ela riu e o deixou no sofá.
Ela foi pra fora e eu fui atender meu celular, era a Ka dizendo que estava no tédio, chamei ela pra vim pra cá e ela disse que ia acordar o Gui.
- Saca só esse pulo de canhão! - O Enzo pulou na água.
- Devagar, meninos, por favor.
- Tá gostosinha hein, amor. - disse e apertou minha bunda.
- Para. - ele juntou nossos lábios.
- Tia, vamo mergulhar?
- Bora. - peguei a mão dela e pulamos na água.
Começamos a brincar na água e logo o Luan entrou também.
- Quem chega do outro lado da piscina primeiro?
- Faz uma corrida! - a Clara gritou.
- Vão pra borda e quando eu disser já, vocês vem até o final. - eu e o Luan nadamos pra borda e esperamos a Dara contar - E já!
O Luan ganhou e ficou se achando, menino chato.
Chamei eles e tirei uma foto nossa, postei ela no Insta e larguei o celular na mesa.
A Kamila e o Gui chegaram logo, ela dirige feito louca. Foi só eles chegarem que começou um tal de joga o Enzo pra cima, joga a Clara, joga a Dara. O Luan e o Guilherme pareciam mais crianças que eles.
Fui no banheiro e quando tava voltando ouvi o choro da Clara e a voz do Luan na cozinha, fiquei olhando o que ele fazia.
- Mas cê não pode correr ali. E se tivesse batido a cabeça hein? Ia dar certinho.
- Desculpa.
- Tudo bem, foi só um arranhão. - a colocou em cima do balcão.
- Tá doendo, tio.
- Eu vou pegar uma coisinha pra passar aí.
- Vai arder? - ele abriu o armário e pegou a caixinha de primeiros socorros.
- Talvez um pouquinho mas se arder cê grita. - ela riu baixinho - Agora deixa eu limpar esse machucado.
Ele fez tudo bem cuidadoso enquanto eu o observava com um sorrisinho de lado.
- Nem ardeu.
- Tá vendo só? Agora um beijinho pra sarar. - ele beijou sua testa e ela o abraçou.
Ele a colocou no chão e ela saiu correndo de novo, ele riu negando com a cabeça e guardou a maletinha.
- Ou.
- Cê tava aí foi?
- Tava. - ele fez careta.
- Eu fiz direitinho? - assenti e o abracei pelo pescoço, seus braços me apertaram na cintura.
- Tu é maravilhoso, cara. Na moral.
- Eu vou cuidar dos nossos assim, ou melhor. - ri e nos beijamos.
Que voltas malucas que o mundo dá né? Ontem eu tava afim de matar esse garoto e hoje não me vejo mais sem ele. Definitivamente, as coisas mudam muito.







E aeeee, como passaram o natal? Eu devo ter ficado uns 4kg mais gorda e estou me preparando pois quarta-feira tem mais hahahahaha
E ó, alguém pede pro bc me largar? Eu não to com inspiração nenhuma pra escrever, aí os capítulos saem chatos e eu demoro a postar. #eunãomereciaisso

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Capítulo 52.


O show tava ótimo, como sempre e tals. O Luan tava falando das três coisas que ele sabia que os baianos gostavam... Blá, blá, blá e começou lepo lepo.
- Mas o que essa piranha tá fazendo ali!?
- Conhece?
- Infelizmente, tive o desprazer de conhecer quando a gente tava voltando de Orlando. - ele riu.
- Se não tirarem essa vadia daí eu vou jogar meu sapato na cara dela!
- Êpa, sua louca. Você não pode fazer isso. - segurou meu braço.
Eu não tenho ciúme das donzelas e das que dançam lepo lepo com ele, não tenho. É o trabalho dele, são as fãs dele.
Mas essa vadia não me desceu desde a primeira vez que olhei aquela carinha de rabo.
Quando acabou, ela foi pra onde eu estava. Ela quer briga, Brasil. Ela quer briga!
- Que homem gostoso. - ela disse se abanando.
- Isso tudo por causa de uma sarrada? Minha filha, o caso tá crítico por aí viu.
- Se você não sabe, querida ele já fez muito mais que isso.
- Eu sei que ele tinha mau gosto.
- Mau gosto ele tem agora. - gargalhei. O Rober estava do meu lado, talvez pra me segurar caso rolasse um contato físico.
- Se manca, sua otária.
- Você não é mulher pra ele, projetinho.
- To pouco me fodendo pra você, querida.
- Volta pro prézinho, dez anos.
- Tu aqui pagando pau e no final ele vai embora com quem mesmo? Ops! Comigo. Senta e chora, fofa.
- Olha aqui su
- Foi uma ânsia inenarrável ter que olhar essa sua cara de novo, espero que nunca mais apareça na minha frente. - lhe dei um tapa de cabelo.

Na van, já voltando pro hotel, o assunto foi esse.
- E ainda jogou o cabelo na cara dela! - a Karielle disse e nós rimos.
- Luan tá feito com essa daí. - o Rober disse rindo - Pensei que ia ter que separar briga.
- Até parece que eu ia sair no tapa com aquela, mal comida.
- Não pode se rebaixar.
- Isso mesmo, Marloca.
Eu tava de bico com o Luan, por que sim.
Tinha algumas fãs no hotel e eles pararam pra falar com elas, eu passei direto pra dentro e fui pro quarto. Havia me despedido de todos na van ainda.
- Pequena? - ele disse entrando no quarto.
- Que é?
- Cê é doida viu.
- Eu não.
- E o que foi aquela discussão? Eu vi.
- Ela que foi me provocar, o Rober viu. - ele riu me abraçando - E você me solta.
- Não solto nada. O que foi que ela te disse?
- Que você já comeu ela e que eu não sou mulher pra você.
- Ô meu Deus. Cê tá linda com esse bico.
- Eu sou linda de qualquer jeito. - ele riu assentindo.
- A melhor de todas. - nos jogou sobre a cama - Minha pequena ciumenta.
- Ciumenta não. Protetora.
- Protetora é? Tá bom. - ele selou nossos lábios.
- Agora sai de cima de mim, eu vou tomar banho.
- Errado. Nós vamos tomar banho. - revirei os olhos e levantamos.
- Sem gracinha viu? Vai ficar sem hoje.
- Por quê?
- Eu não quero, to querendo pensar hoje.
- Pensa enquanto a gente f
- Não. Não dá. - tirei meu vestido.
- E você vai pensar no quê?
- Na vida.
- Que desculpa esfarrapada.
- Foda-se.
- Posso pelo menos pensar com você? - ri e fui soltar os botões da sua camisa.
- Pode.
- A gente pode ter um bebê?
- Um bebê? O que eu já falei sobre isso? - coloquei as mãos na cintura.
- Que você quer ter muitos bebês comigo, um time de futebol.
- Tu tá é doido.
- Eu to amando, é diferente. - sorrimos e eu o beijei enquanto acariciava sua nuca.




Me desculpem ter passado tanto tempo sem postar, eu tava na correria pro show dos meninos, coisas da escola e eu não tava nem conseguindo escrever.
E pra completar: to de castigo. Ah que ótimo!
Quero ano que vem logo, não aguento mais, as únicas coisas boas desse ano foi eu ter conseguido ficar pertinho do Luan e ter abraçado os mlks pq olha.
Enfim, Tacy seja bem vinda e eu fico muito feliz que esteja gostando! : ))

Capítulo 51.

O capítulo tá sem nome porque o bc me pegou, tentei escapar não consegui ksksksk
Boa leitura.

Viajamos para Salvador na quinta de noitinha, como planejamos.
Dormimos até umas seis e meia da manhã, ou seja, estamos atrasados.
Levantei primeiro, tomei banho e já me arrumei. Pedi café da manhã pra gente e ele ainda continuava lá jogado na cama.
- Não sei o motivo de estar tão cansado se ontem tu só jogou videogame. - ele resmungou alguma coisa que eu não entendi.
- Vem pra cama, deita aqui comigo.
- Vai Rafael, levanta. Olha a hora.
- Tá bom...
- E toma banho logo.
- Sim, senhora. Cê manda e eu obedeço.
- Ai como você é engraçadinho. - apertei seu rosto.
- Bom dia, meu amor.
- Bom dia, coisa feia.
- Ia te chamar pra tomar banho comigo mas nem rola né?
- É, eu já estou pronta. E to esperando nossa comida.
Ele foi tomar banho e logo nosso café chegou.
A saída do trio seria as oito, pra não pegar o sol muito forte e tals, nossas roupas foram bem simples e levinhas por estar calor, e pelo fato de que vamos suar. Isso não me agrada nem um pouco mas né.
Fiquei com o Luan, o Rober e o Well no "camarim" que improvisaram pra ele. 
- Esse troço fica peguento.
- Esse troço te protege.
- Mas eu não gosto.
- Tu vai ficar de baixo de sol e não quer passar protetor solar? Cala a boca, garoto.
- Mas esse sol da manhã é bom. Não é, Roberval?
- Não me meto em briga de casal.
- Ô, cê é chato hein.
- Luan, fica quietoo! Arrgh.
- Tem que ouvir a namorada hein, ela tá certa. - ele fez careta. A Ivete tava ouvindo eu dar bronca no Luan, to risos.
Terminei de passar protetor nele e passei em mim, enquanto nós conversávamos. Ela é super simpática, gente boa. E eu me senti uma gazelinha perto das pernas daquela mulher.
Fiquei em cima do trio com eles, sentada no canto vendo os dois cantarem. E de vez em sempre chamava o Luan pra beber água.
- Que que deu em você hoje? - o Rober perguntou.
- Como assim?
- Tá aí toda cuidosa com ele, amor né? Eu sei.
- Talvez. Com qualquer um eu faria isso, ninguém merece ficar tostado e, ou pegar um câncer de pele ou uma insolação.
- Verdade.
- E o show vai ser de que horas?
- Umas sete horas.
- Tá bom.
Depois que acabou o negócio lá, voltamos pro hotel e ele foi tomar banho. E depois, foi pra cama. Tomei banho e deitei com ele.
- Pensei que ia ter que te chamar. - falou baixinho.
- Eu não sabia que ia ser tão corrido assim... Se tu quiser a gente não vai mais pro Pernambuco, tá?
- Não, nós vamos sim.
- Mas tu vai ficar muito cansado.
- Eu não ligo, depois daqui só tem show no outro fim de semana, vou ter tempo de descansar.
- Mas Lua
- Nem adianta, cê não quer ir mais?
- Quero só que voc
- Então a gente vai e não se fala mais nisso.
- Para de me cortar, seu chato da porra! - ele riu.
- Agora deixa eu tomar meu lugar, a conchinha sou eu. - ele tirou minha perna de cima da sua e virou pro lado que eu estava, fazendo o mesmo que eu.
- Ok, seu conchinha, não baba no meu cabelo, valeu?
- Eu já babei no seu cabelo alguma vez?
- Que eu saiba não. - ele gargalhou - Ai que nojo.
- Vai dormir, sua louca.
- Eu só vou ficar aqui contigo, não to com sono.
- Que menina boa.
- Você sabe.
- Como sei. - beijou meu ombro - Me acorda de cinco horas?
- Acordo. - peguei sua mão e entrelacei nossos dedos.
- Não vai me desejar boa tarde e bons sonhos?
- Vai dormir, menino. - ele riu.

Capítulo 53.

* LUAN NARRANDO *


Pousamos no Recife durante a madrugada, a van nos buscaria de oito horas da manhã no hotel.
Só tomamos um banho quentinho e fomos dormir, a Ine só me acordou quando nosso café da manhã chegou.
- Ansiosa?
- Mais ou menos. - riu - Na verdade mesmo, sabe pra onde eu queria ir?
- Onde?
- Ladeiras de Olinda, lá é muito legal.
- Não vai dar muito certo.
- Eu sei, tudo bem. Toma um banho e vem comer.
- E esse short aí, Daphine?
- É carnaval, cala a boca. - neguei com a cabeça e fui pro banheiro.

Chegando no camarote, paramos para muitas fotos e demos uma entrevista rápida pra transmissão ao vivo que eles fazem do bloco. Até estranhei não ser a Malu, pensei que ela faria questão né...
Depois fomos andando até a grade, onde dava pra ver o tanto de gente que tinha ali. Ficamos ao lado de um menino que não me era estranho.
- Eu conheço você, rapaz. Não é? - perguntei pensativo e o garoto riu assentindo.
- Diego. 
- O Namorado da Maria Luíza?
- Isso mesmo. - apertei sua mão rindo. 
- E por falar nela, onde ela tá que eu nem vi ainda?
- Falaram que você tinha chegado e ela foi te procurar.
- LUAAAN! - um corpinho se chocou contra o meu e nos abraçamos - Eu tava com muita, muita, muita saudade de você.
- Cê quase me matou de susto, muié! - ela riu - Ine, essa aqui é a Maria Luíza.
- Ata. - ela riu - Tudo bem?
- Tudo ótimo. Mas é Malu, Daphine. Só Malu.
- Que nhonhon, adoro esse nome.
- Coloca o nome da filha de vocês de Malu e faça uma luanete feliz.
- Vou pensar no seu caso. - elas riram.
- Eu posso te dar um abraço?
- Claro! - a Ine sorriu.
- Não, não pode não. Você é minha. - a apertei e ela gritou.
- Cara, tu ouviu isso? Ele disse que eu sou dele, socorro Guinho!
- Eita menina maluquinha.
- Eu que o diga. - o Diego disse nos fazendo gargalhar.
- Vocês não sabem o quanto eu implorei pra vocês virem pra cá. É marketing!
- Tem certeza que foi só por marketing mesmo? - arqueei uma sobrancelha.
- Cê se acha, menino! - ela riu - Claro que não, eu tava com saudade de você, seu bobão.
- Tu é filha de quem? Que poder todo é esse? - a Daphine perguntou rindo.
- O poder da insistência.
- Conheço bem esse aí. - seu namorado rolou os olhos e nós rimos.
- Eu sei que você já passou carnaval aqui e elogiou bastante, Daphine. E se você viesse, o Luan viria junto, claro. Sou filha da Vanessa e do Gustavo, e eles são pessoas normais. - riu.
- Ela trabalha na Globo, a gente fez até uma pegadinha pra ela ser contratada. - expliquei.
- Nem me lembra disso, Rafael. - me deu um tapa.
- Vamos deixar eles sozinhos agora, Guinha? - ela fez biquinho e a Ine riu.
- Vamo, mas espera um pouco. - ele assentiu - Não vou fazer a grudenta ok? Eu sei que vocês querem aproveitar e tal, vou pra lá mas qualquer coisa eu estou por aí, tá bom?
- Tudo bem, vai lá e aproveita o gato do seu namorado. - a Ine disse enquanto a abraçava.
- Ah, cê gostou do Guinho? Fica com ele que eu fico com o Luan. - o Diego cruzou os braços e ela gargalhou - Brincadeira, meu idiotinha.
Ela me abraçou novamente antes de sair de braços dados com o "Guinho". E disse que me amava e que tava com saudade umas dez mil vezes, eu também disse pra ela que a amava e que estava com saudade e a maluquinha gritou que ia morrer, eu ria disso.
- Cê conhece ela faz tempo?
- Tem um tempinho, ela cresceu. - ri.
- Tão novinha e já trabalha na Globo?
- Começou como aprendiz e foi contratada, merece demais.
- Tu precisa ver sua cara falando da garota, orgulho né?
- Muito. - sorri e ela selou nossos lábios.




Eu escrevi esse capítulo faz mó tempo, tava com saudade da 'Não deixe nada pra depois', que foi a fic que eu tive antes dessa e infelizmente não deu muito certo ygyujbhygifu.
Tchau, beijos!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Capítulo 50.

" Distancia é o fim pra quem tem coração. "


Eu teria show no sábado à tarde, então viajamos um dia antes do show pra descansar melhor e a noite, eu e Guimila fomos ao shopping da cidade, Porto Alegre.

Assistimos um filme de comédia, detonei três pacotes de Finis e outros de jujuba de iogurte, ah como eu amo jujuba de iogurte.
- Vocês ouviram? Tinha alguém se comendo na fileira atrás da nossa.
- Eu achei muito desnecessário.
- Quem vê pensa que não são umas taradas. - o Gui disse rindo e eu o empurrei.
As lojas do shopping já estavam fechadas, a maioria. Só perto do estacionamento que tinha uma academia que ainda estava aberta, e um casal se agarrando atrás de uma pilastra.
- Uma foto! - falei rindo e a Ka pegou meu celular.

( ignorem a bolsa, pls )

" Fico assim sem você @luansantana HAHAHAHA "

- Menina, tu é doida.
- E tu ainda tinha dúvidas disso, Guilherme?
- Gente, eu sou muito normal. Vocês que são certinhos demais. - riram mais.
No carro, fui olhando os comentários na foto e já passavam de mil likes. O Luan me mandou mensagem.

" Amooor, cê tá carente demais viu? :x hashiads "
" To com saudade :( "
" Também to, pequena :( "
" Eu quero te ver logo, tipo agorinha. "
" Eu também :( Cê tá aonde hein? "
" Tava no shopping, agora to voltando pro hotel. E tu? "
" To no hotel, vou dormir. "
" Ah, tu tá com muito sono? Eu queria te chamar no skype... "
" Vai demorar muito? "
" Acho que não mas deixa pra lá, amanhã eu falo. "
" Agora eu vou querer saber, amor. "
" Então espera. Quando eu chegar no hotel te ligo. Beleza? "
" Ok, beleza. "

Eu nunca fui muito fã de carnaval, até passar um lá em Pernambuco com a Mãe e a Kami, quando éramos mais novas. Desde então já fomos outras duas vezes para lá em época de carnaval. E ontem recebi um convite pra estar no camarote oficial blá blá blá da Globo no Galo da Madrugada, só que tem um problema, o Luan vai pra Salvador fazer um show e cantar com a Ivete.
Quando cheguei no hotel, liguei logo pra ele.
Peguei o notebook e fomos conversar pelo skype, contei pra ele do convite.
- E agora? Cê não vai comigo?
- Eu quero ir pro Recife. - cruzei os braços.
- Lá é no sábado né? - assenti - Então pronto, quinta de noite a gente vai pra Salvador e na sexta, depois que acabar lá o negócio com a Veveta, a gente vai pro Recife. Tudo bem?
- Tá né. - ele revirou os olhos e riu.
- Que chata. Cê não quer ficar comigo?
- Claro que eu quero.
- Então, sua besta. - ri e ele bocejou.
- Tu tá com sono mesmo, né?
- To. - suspirou.
- Milagre tu tá com sono uma hora dessas.
- É mesmo. - disse e riu.
- E ainda tem esse horário de verão que não acabou.
- Mas uma horinha a mais de sono é sempre bom.
- Ah, com certeza, bela adormecida.
- Quem fala que não se cansa de dormir é você. - disse rindo.
- Ah para. - ri cobrindo os olhos.
- Tá vendo aí, bela adormecida.
Nós dois estávamos visivelmente cansados mas mesmo assim ficamos conversando até tarde, fazem só dois dias que estamos separados mas a saudade é grande. É tudo tão sei lá sem ele...




Demorei mas voltei : ))