sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Capítulo 51.

O capítulo tá sem nome porque o bc me pegou, tentei escapar não consegui ksksksk
Boa leitura.

Viajamos para Salvador na quinta de noitinha, como planejamos.
Dormimos até umas seis e meia da manhã, ou seja, estamos atrasados.
Levantei primeiro, tomei banho e já me arrumei. Pedi café da manhã pra gente e ele ainda continuava lá jogado na cama.
- Não sei o motivo de estar tão cansado se ontem tu só jogou videogame. - ele resmungou alguma coisa que eu não entendi.
- Vem pra cama, deita aqui comigo.
- Vai Rafael, levanta. Olha a hora.
- Tá bom...
- E toma banho logo.
- Sim, senhora. Cê manda e eu obedeço.
- Ai como você é engraçadinho. - apertei seu rosto.
- Bom dia, meu amor.
- Bom dia, coisa feia.
- Ia te chamar pra tomar banho comigo mas nem rola né?
- É, eu já estou pronta. E to esperando nossa comida.
Ele foi tomar banho e logo nosso café chegou.
A saída do trio seria as oito, pra não pegar o sol muito forte e tals, nossas roupas foram bem simples e levinhas por estar calor, e pelo fato de que vamos suar. Isso não me agrada nem um pouco mas né.
Fiquei com o Luan, o Rober e o Well no "camarim" que improvisaram pra ele. 
- Esse troço fica peguento.
- Esse troço te protege.
- Mas eu não gosto.
- Tu vai ficar de baixo de sol e não quer passar protetor solar? Cala a boca, garoto.
- Mas esse sol da manhã é bom. Não é, Roberval?
- Não me meto em briga de casal.
- Ô, cê é chato hein.
- Luan, fica quietoo! Arrgh.
- Tem que ouvir a namorada hein, ela tá certa. - ele fez careta. A Ivete tava ouvindo eu dar bronca no Luan, to risos.
Terminei de passar protetor nele e passei em mim, enquanto nós conversávamos. Ela é super simpática, gente boa. E eu me senti uma gazelinha perto das pernas daquela mulher.
Fiquei em cima do trio com eles, sentada no canto vendo os dois cantarem. E de vez em sempre chamava o Luan pra beber água.
- Que que deu em você hoje? - o Rober perguntou.
- Como assim?
- Tá aí toda cuidosa com ele, amor né? Eu sei.
- Talvez. Com qualquer um eu faria isso, ninguém merece ficar tostado e, ou pegar um câncer de pele ou uma insolação.
- Verdade.
- E o show vai ser de que horas?
- Umas sete horas.
- Tá bom.
Depois que acabou o negócio lá, voltamos pro hotel e ele foi tomar banho. E depois, foi pra cama. Tomei banho e deitei com ele.
- Pensei que ia ter que te chamar. - falou baixinho.
- Eu não sabia que ia ser tão corrido assim... Se tu quiser a gente não vai mais pro Pernambuco, tá?
- Não, nós vamos sim.
- Mas tu vai ficar muito cansado.
- Eu não ligo, depois daqui só tem show no outro fim de semana, vou ter tempo de descansar.
- Mas Lua
- Nem adianta, cê não quer ir mais?
- Quero só que voc
- Então a gente vai e não se fala mais nisso.
- Para de me cortar, seu chato da porra! - ele riu.
- Agora deixa eu tomar meu lugar, a conchinha sou eu. - ele tirou minha perna de cima da sua e virou pro lado que eu estava, fazendo o mesmo que eu.
- Ok, seu conchinha, não baba no meu cabelo, valeu?
- Eu já babei no seu cabelo alguma vez?
- Que eu saiba não. - ele gargalhou - Ai que nojo.
- Vai dormir, sua louca.
- Eu só vou ficar aqui contigo, não to com sono.
- Que menina boa.
- Você sabe.
- Como sei. - beijou meu ombro - Me acorda de cinco horas?
- Acordo. - peguei sua mão e entrelacei nossos dedos.
- Não vai me desejar boa tarde e bons sonhos?
- Vai dormir, menino. - ele riu.

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