segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Capítulo 38.

" Um caso indefinido mas rola paixão."



- Ah Mãe, guenta aí que eu vou levar ela um minutinho e já devolvo. - ele disse entrando na cozinha e me carregou de lá enquanto sua mãe ria.
Era uma terça feira de folga pra nós dois, a Mãe tinha ido pro apê da Kami e levou o Luanzinho. Eu fui passar a tarde com a dona Mari, tava sem nada pra fazer.
- Luan, seu louco. - eu ri.
- Louco de saudade de você. - segurei seu rosto e juntei nossas bocas com pressa.
Rapidamente suas mãos começaram a passear no meu corpo.
- Espera...
- Eu não consigo esperar, Ine.
- A gente não pode fazer isso aqui.
- Pode sim, é meu quarto e eu tranquei a porta. Tem revestimento, ninguém vai ouvir.
- É melhor não...
- Relaxa, amor. - ele sorriu pra mim e acariciou meu rosto.
- Tu sabe que eu não gosto de rapidinhas.
- Pode demorar o tempo que você quiser.
- Se a gente demorar eles vão achar estran
- Shhh.
Me rendi, tirei sua camisa e ficamos um bom tempo nas 'preliminares', depois começou o jogo de verdade.
Chegamos ao êxtase juntos, nossa sincronia está cada vez mais sincronizada.
- Eu não acredito que eu fiz isso com a Mari e o Seu Amarildo em casa. - gargalhei.
- Tá com vergonha é?
- Talvez.
- Deixa eu tirar sua vergonha outra vez.
- Não, seu idiota. Eu tenho que voltar pra ajudar sua mãe.
- Não, tem que ficar comigo. Seu namorado sou eu.
- Mano, cê tá mó grude hein.
- É saudade, Ine, saudade. - me beijou com carinho - Cê quer tomar banho?
- Quero, vamo?
- Agora. - fiz um coque no cabelo pra não molhar.
Mas o Luan disse que era besteira e o soltou, bati nele por isso.
Depois que nos vestimos, descemos pra cozinha, onde eles jantavam.

- Daphine? Nem sabia que cê tava aqui, muié. - a Bru disse e eu ri.
- Culpa desse seu irmão grudento. - ele me abraçava pela cintura.
- Mamusca, que que a Senhora fez pra nós? To com fome.
- Imagino. - ela disse e seu Pai riu - Podem se servir, fique a vontade viu?
- Obrigada, Mari.
- Nada, Querida.
- Ine, cê vai colocar comida pra mim né?
- Eu não. Essas suas mãos não servem pra nada não é?
- Essa daí é das minhas. - o Amarildo comentou, o que fez a Bruna rir.
- Ô Mãe. - ele reclamou.
- Coloca você, filho, mostra pra sua namorada que você é um homenzinho.
- Nhonhonhon bebezinho de mamãe! - a Bruna disse e nós duas rimos.
- Tá... Como eu sou muito cavalheiro, vou colocar pra mim e pra você. Senta. - puxou a cadeira pra mim, sentei e ele nos serviu - Pra senhorita que tem medo de engordar, tá aqui seu prato.
- Só isso, minha filha?
- É que eu como pouco mesmo, seu Amarildo, não sei mas acho meu estômago deve ter um tamanho reduzido. - ri - E eu não tenho medo de engordar nada, seu Rafael.
- Mas parece. Tá vendo a Bubuzinha aí? Se atola na comida, não engorda de ruim.
- Falou o magricelo. - ela mostrou a língua.
- Sem brigas na mesa, por favor, crianças.
- Desculpa. - eles disseram e eu ri.
O Luan sentou ao meu lado e nós comemos, a sobremesa eu havia feito, pouco antes do Luan me levar pro quarto.
- Mousse de morango. Cê que fez, Daphine?
- Foi sim, espero que vocês gostem. - fiz careta e o Amarildo levou a colher até a boca.
- Tem que fazer creme de abacate também. - o senhor folgado reclamou.
- Eu não gosto de abacate.
- Não perguntei se você gosta. - o mostrei a língua.
- Cunha, cê já tá pronta pra casar viu. - o besta piscou pra mim, revirei os olhos.
- Hum, isso aqui tá bom hein.
- Tem alguma coisa diferente? Talvez um segredo? - a Mari disse depois de comer, parecia ter gostado.
- Não tem segredo. Mas a Senhora gostou? - ela assentiu sorrindo.
- Tem segredo sim, é o amor que ela tem por mim.
- Ata. - falei.
- Pode confessar que é.
- Uhum. - seus pais riram.
- Sabe fazer mais algum doce?
- Ai eu amo pudim, Bru. E só sei fazer doce. Por isso que tem a Cléo ou a Mãe lá em casa sempre, ou eu morria de fome ou de diabetes. - rimos.
Ficamos conversando e quando acabou a novela das 21:00hrs, eu já tava meio sonolenta.
- Ine, quer ir pra casa?
- Eu to com sono. - fiz bico.
- Vou levar essa chata em casa, amanhã eu volto.
- Amanhã? - sua mãe perguntou.
- É uai. - eu ri.

Nos despedimos deles, e eu fui quase obrigada a prometer que faria um pudim pra ceia de Natal, que seria daqui uma semana e alguns dias.
- Ei, pra onde tu vai?
- Pro meu quarto. - riu.
- Volta aqui Luan, não me faça pedir.
- Ah quero ver. - cruzou os braços.
- Luan.
- Pede, amor. - se aproximou de mim envolvendo minha cintura.
- Não peço.
- Então eu não fico com você.
- Tá bom, seu chato. Dorme comigo vai?
- Me chama de amor.
- Ah não.
- Eu vou viu. - ele disse apontando a outra porta.
- Tu é ridículo, mano. - soltei um riso baixo, suspirei - Dorme comigo, amor?
- Durmo, meu amor! - ele riu e beijou meu pescoço.
- Vamo logo. - entramos e deitamos.
- Eu amo você.
- Pena que eu não posso dizer o mesmo. - fiz bico.
- Mas cê já disse. - apertou meu nariz.
- Eu tava frágil. Não valeu.
- Então fala que me ama, pequena?
- Não me pressiona, por favor.
- Até quando você vai tentar me negar? Se enganar? Se esconder de si mesma? - cantarolou.
- Se prefere eu posso inventar um lugar diferente, onde não há ninguém pra falar mal da vida da gente. - o acompanhei e ri.
- Eu te levo pra gente se amar, eu te levo pra gente se amar. - ele cantou passando polegar na minha bochecha.
- Pra bem longe daqui... - sorri - Vai sair naturalmente, tá?
- Tá bom, eu espero. - selei nossos lábios.
- Ó, eu não acho legal que você me chame de pequena.
- Por quê?
- Eu não sou pequena. - ele gargalhou.
- É pequena sim.
- Tá, talvez eu seja mas não precisa ficar passando na minha cara.
- Como é bobinha, minha pequena.
- Para.
- Não paro não.
- Chatoo.





OI MEUS AMOREEEEES.

Esse fds foi corrido aí nem vim postar, sábado teve encontro do fc e ontem eu fui pra praia, nem vi o Luan no Rodrigo Faro =/
Me digam o que acharam do capítulo tá? Ó, esse foi grandão hein!
Amanhã tem mais. Ou não.


Respondendo ao anônimo (a) que perguntou: sim, minha mãe faz faculdade! Hahaha

Beijocas ♥

Um comentário:

  1. morro de amores por esses dois ♥ , capitulo grande pra enganar a saudades ne Dona kkkkk

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