" Como cortar pela raiz se já deu flor? "
- To orgulhoso de você.
- Obrigada. - sorri.
- É muito bonito você e os seus fãs.
- Você com os seus também. - sentamos no sofá - Uma das melhores coisas da minha vida. Sabe que eu achei que eles não ficariam comigo até agora?
- Quem ama de verdade não abandona. - ele disse e instintivamente nos aproximamos.
- Tem mais gente querendo te ver, Mocelin. - o Guilherme entrou nos assustando - Hmmm, desculpa aí. Posso deixar entrar?
- Pode. - falei levantando e me olhando no espelho.
- Dadá!
- Tchucoo. - ele me girou no ar e sorrimos.
- Arrasou lá em cima, orgulho de você. - apertou meu nariz.
- Aeê Daphine. - fui esmagada pelo Paulo e o Caíque.
- Ai, ai. - ri e eles me soltaram.
- Lacrou o cu das inimigas, mulher! - o Caíque disse e nós rimos - Parabéns.
- Quero ver você voando alto. - o Paulo disse lembrando o que eu havia lhes falado e o Nath me abraçou de lado, beijando minha bochecha. Ai Nathan.
- Essa criança está carente. - o Caíque o zoou.
- Percebe-se. - o Luan disse entediado e nós rimos.
- Vão colar com a gente numa baladinha pra comemorar?
- Já é.
- Vamo Luan?
- Vamo. - deu de ombros.
- Nossa cadê a Bruna? A Mãe, a Kami, a Lia e o povo todo que nem vieram aqui. - cruzei os braços fazendo bico e eles riram.
O Alessandro veio falar comigo, me parabenizou e até me deu um abraço, o que surpreendeu.
Depois do show fomos pra casa, onde a Mãe junto com a Marizete e a dona Estela organizaram uma festinha, curtimos lá até umas dez horas da noite, eu ainda estava eufórica, depois fomos pra uma balada.
- To orgulhoso de você.
- Obrigada. - sorri.
- É muito bonito você e os seus fãs.
- Você com os seus também. - sentamos no sofá - Uma das melhores coisas da minha vida. Sabe que eu achei que eles não ficariam comigo até agora?
- Quem ama de verdade não abandona. - ele disse e instintivamente nos aproximamos.
- Tem mais gente querendo te ver, Mocelin. - o Guilherme entrou nos assustando - Hmmm, desculpa aí. Posso deixar entrar?
- Pode. - falei levantando e me olhando no espelho.
- Dadá!
- Tchucoo. - ele me girou no ar e sorrimos.
- Arrasou lá em cima, orgulho de você. - apertou meu nariz.
- Aeê Daphine. - fui esmagada pelo Paulo e o Caíque.
- Ai, ai. - ri e eles me soltaram.
- Lacrou o cu das inimigas, mulher! - o Caíque disse e nós rimos - Parabéns.
- Quero ver você voando alto. - o Paulo disse lembrando o que eu havia lhes falado e o Nath me abraçou de lado, beijando minha bochecha. Ai Nathan.
- Essa criança está carente. - o Caíque o zoou.
- Percebe-se. - o Luan disse entediado e nós rimos.
- Vão colar com a gente numa baladinha pra comemorar?
- Já é.
- Vamo Luan?
- Vamo. - deu de ombros.
- Nossa cadê a Bruna? A Mãe, a Kami, a Lia e o povo todo que nem vieram aqui. - cruzei os braços fazendo bico e eles riram.
O Alessandro veio falar comigo, me parabenizou e até me deu um abraço, o que surpreendeu.
Depois do show fomos pra casa, onde a Mãe junto com a Marizete e a dona Estela organizaram uma festinha, curtimos lá até umas dez horas da noite, eu ainda estava eufórica, depois fomos pra uma balada.
Quando chegamos em casa estava quase amanhecendo, eu tava um trapo de cansada.
Tomei um banho morno pra relaxar e dormi feito pedra, com o vesguinho ao meu lado, claro. Ô grude.
- Acorda, coisa chata. - o empurrei pro lado - Sai de cima de mim.
- Cala a boca, Ine que coisa. Eu to com sono. - ele jogou o braço no meu rosto.
- Ai. Seu idiota.
- Shhh, shh. - colocou a mão na minha boca.
- Luan. - grunhi.
- Amor, fica quietinha vai? Por favor.
- Mas eu quero levantar.
- Fica aqui comigo?
- Só um pouquinho? - propus.
- Só um pouquinho. - concordou e colocou a perna sobre mim de novo.
- Rafael, você tá me esmagando.
- Você tá chata.
- Me conta uma coisa que eu não sei. - ele gargalhou.
- Agora eu perdi o sono.
- Então vamo levantar.
- Naaão.
- Tu que é um chato sabia? Que carrapato do caralho.
- Você me magoou sabia? - ele me olhou sério, o encarei com uma sobrancelha arqueada e ele caiu na risada.
- Af, eu pensei que tu tava falando sério. - cruzei os braços.
- Owwn, que fofinha, minha namorada. - ele me beijou - Já sabe quando que vai ser o próximo show?
- A Kami tá vendo... Cê viu que o Alessandro me abraçou?
- Vi. Ele gosta de você.
- Não parece.
- Vai ver é o jeito dele, ele gosta de um jeito diferente. - deu de ombros.
- Vai ver é né... - ri - Eu tava precisando tanto, senti muita saudade dos palcos, da gritaria, o pessoal da banda...
- Eu imagino. - sorriu e acariciou meu rosto com o polegar - É cansativo mas vale a pena, que nem você.
- Que nem eu?
- É uai. Aguentar tuas chatices cansa demais, mas vale a pena. - dei um tapa nele enquanto o besta ria.
- Você é bem mais chato que eu, não sei como a Mari te aguenta. Não, até sei, ela é Mãe né, é obrigada a aguentar.
- Não Ine, falando sério, quando Deus tava te fazendo foi mais ou menos assim: beleza, pode colocar muito porque essa aí vai ser de parar o trânsito. Talento, coloca muito, além de bonita ela vai ser inteligente. Aí ele foi colocando suas qualidades, colocou os defeitos, e o último era a chatice. Quando ele foi pegar o pote, um anjinho entrou voando, aí ele escorregou e derrubou o estoque todo de chatice em você. Eita, foi chatice demais! Agora já era.
- Ahhh cachorro. - gargalhei - I-di-o-ta!
- Cha-ta!
- Não sou não. - o beijei.
Depois ficamos abraçados, bem quietinhos. Ele fazia carinho no meu cabelo, fechei os olhos.
- Amor?
- Hum?
- Só queria saber se cê tava dormindo. - ele riu.
- E me chamou de amor porquê?
- Não pode?
- É que... Ah, para.
- Não paro nada. Eu chamo do que eu quiser, cê é minha Ine.
- Sua?
- Minha e minha. - me apertou.
- Não e não. Eu sou de ninguém.
- Cala a boca que você é minha e acabou a história.
- Tu é muito mandão. Dá vontade de bater na tua cara.
- Que violência, Ine.
- Você não viu nada.
- Dá aqui um beijo vai?
- E se eu não quiser?
- Eu acho impossível alguém não querer me beijar.
- Cê é muito convencido mesmo. - gargalhei.
- Você não viu nada. - ele me imitou e nós rimos.
ONTEM SÓ NÃO FOI MAIS PERFEITO PQ NÃO EXMAGUEI O CANTOR, eu acho que ainda to sonhando ♥ ♥
Esqueci completamente que tinha que postar antes de sair, desculpa gente, de verdade.
Espero que tenham gostado do capítulo, tá bonitinho vai? Kkkkkkk
xoxo, Docinhos !
- Acorda, coisa chata. - o empurrei pro lado - Sai de cima de mim.
- Cala a boca, Ine que coisa. Eu to com sono. - ele jogou o braço no meu rosto.
- Ai. Seu idiota.
- Shhh, shh. - colocou a mão na minha boca.
- Luan. - grunhi.
- Amor, fica quietinha vai? Por favor.
- Mas eu quero levantar.
- Fica aqui comigo?
- Só um pouquinho? - propus.
- Só um pouquinho. - concordou e colocou a perna sobre mim de novo.
- Rafael, você tá me esmagando.
- Você tá chata.
- Me conta uma coisa que eu não sei. - ele gargalhou.
- Agora eu perdi o sono.
- Então vamo levantar.
- Naaão.
- Tu que é um chato sabia? Que carrapato do caralho.
- Você me magoou sabia? - ele me olhou sério, o encarei com uma sobrancelha arqueada e ele caiu na risada.
- Af, eu pensei que tu tava falando sério. - cruzei os braços.
- Owwn, que fofinha, minha namorada. - ele me beijou - Já sabe quando que vai ser o próximo show?
- A Kami tá vendo... Cê viu que o Alessandro me abraçou?
- Vi. Ele gosta de você.
- Não parece.
- Vai ver é o jeito dele, ele gosta de um jeito diferente. - deu de ombros.
- Vai ver é né... - ri - Eu tava precisando tanto, senti muita saudade dos palcos, da gritaria, o pessoal da banda...
- Eu imagino. - sorriu e acariciou meu rosto com o polegar - É cansativo mas vale a pena, que nem você.
- Que nem eu?
- É uai. Aguentar tuas chatices cansa demais, mas vale a pena. - dei um tapa nele enquanto o besta ria.
- Você é bem mais chato que eu, não sei como a Mari te aguenta. Não, até sei, ela é Mãe né, é obrigada a aguentar.
- Não Ine, falando sério, quando Deus tava te fazendo foi mais ou menos assim: beleza, pode colocar muito porque essa aí vai ser de parar o trânsito. Talento, coloca muito, além de bonita ela vai ser inteligente. Aí ele foi colocando suas qualidades, colocou os defeitos, e o último era a chatice. Quando ele foi pegar o pote, um anjinho entrou voando, aí ele escorregou e derrubou o estoque todo de chatice em você. Eita, foi chatice demais! Agora já era.
- Ahhh cachorro. - gargalhei - I-di-o-ta!
- Cha-ta!
- Não sou não. - o beijei.
Depois ficamos abraçados, bem quietinhos. Ele fazia carinho no meu cabelo, fechei os olhos.
- Amor?
- Hum?
- Só queria saber se cê tava dormindo. - ele riu.
- E me chamou de amor porquê?
- Não pode?
- É que... Ah, para.
- Não paro nada. Eu chamo do que eu quiser, cê é minha Ine.
- Sua?
- Minha e minha. - me apertou.
- Não e não. Eu sou de ninguém.
- Cala a boca que você é minha e acabou a história.
- Tu é muito mandão. Dá vontade de bater na tua cara.
- Que violência, Ine.
- Você não viu nada.
- Dá aqui um beijo vai?
- E se eu não quiser?
- Eu acho impossível alguém não querer me beijar.
- Cê é muito convencido mesmo. - gargalhei.
- Você não viu nada. - ele me imitou e nós rimos.
ONTEM SÓ NÃO FOI MAIS PERFEITO PQ NÃO EXMAGUEI O CANTOR, eu acho que ainda to sonhando ♥ ♥
Esqueci completamente que tinha que postar antes de sair, desculpa gente, de verdade.
Espero que tenham gostado do capítulo, tá bonitinho vai? Kkkkkkk
xoxo, Docinhos !
Aii que lindo eles dois ♥♥ Continua nega . Ta muito legal sua fanfic
ResponderExcluirmais que doxinho eles ' :)
ResponderExcluirai meu core shipper huahua to voltando hein pandatata bjox
ResponderExcluir@vesgolizada