sábado, 20 de setembro de 2014

Capítulo 30.

" Ele é meu, eu sou dele e sempre queremos mais. "


Um mês depois...


- Você vai sim.
- Não vou não.
- Vai sim, Daphine.
- Para! Eu não vou.
- Eu tenho que ir, e sem você eu não vou.
- Luan, se ferra. Eu já falei que não vou.
- Você tem que ir.
- Chaaato.
- Ine, entende: eu gravei com eles, eles vão estar aqui e eu quero prestigiar meus parceiros.
- RÁ! Você quer prestigiar seus parceiros, não sou obrigada.
- Continuando. Você é minha namorada, e os namorados sempre andam juntos. Então você vai.
- Não são todos não. - cruzei os braços.
- Não quero saber.
- Nem eu. Não vou, fim.
- Ah cê vai sim. - me colocou nos ombros e soltei um grito estridente - Vai me deixar surdo, sua maluca. Agora vai tomar banho e fica bem bonita.
- Naaão! Me solta Luan. - me debatia e batia na bunda dele - Eu vou lhe beliscar viu.
- Vai nada.
- Se você me derrubar, eu te mato.
- Cala a boca. - ele subia a escada comigo nos ombros.
Mas que inferno. Eu não quero ir no show do Munhoz e Mariano, se ele tivesse falado antes eu podia até pensar mas ele chegou aqui quatro horas antes já "mandando" eu me arrumar pra ir com ele, nem perguntou se eu podia ou queria ir.
Eu ainda estava cansada, tinha chegado de uma semana e meia de shows, longe de casa. E ele também não era diferente, só que tinha descansado bem pois tinha chegado mais cedo. Olha a injustiça aí, brasil.
- Eu não vou tomar banho la la la.
- Birrinha típica de criança mimada. - mostrei o dedo do meio pra ele - Olha, malcriada eu te bato viu.
- Bate nada. - deitei me cobrindo com o edredom.
- Ine, por favor? Eu não peço mais nada essa semana.
- Começamos a conversar agora.
- Vai? Eu juro que tento te deixar em paz. - falou entre selinhos e o puxei para um beijo de verdade.
- Eu vou tá? Tu implorou muito, deu pena.
- Olha que nojenta. - rimos e nos beijamos outra vez.
- Vem, vamo tomar banho.
- Opa, só se for agora. - me abraçou por trás e fomos pro banheiro.
- Só banho, Rafael. Sem gracinhas. Se se comportar direitinho lá, vai ter mais tarde.
- Eu aguento esperar?
- Aguenta. - dei um tapinha em seu rosto.

Tomamos um banho demorado, ainda bem que tinha tempo de sobra.
Mas não rolou nada além de carícias, ele tem que enfiar nesse cabeção que eu não gosto de rapidinhas, então nunca vai rolar nada no banheiro.
- Vai com essa roupinha curta, Daphine? Não.
- Vai começar, Luan Rafael? Ou eu vou com essa ou não vou mais. Tu escolhe.
- Chatinha viu. Vai com essa Daphine, vai.
- Quem manda aqui sou eu tá vendo, namorado?
- Manda, manda nada. Se arruma logo aí. - deu um tapa na minha bunda.
- Ai cachorro. - ele havia mordido meu ombro.
- Tá cheirosa hein, cachorra.
- Não me chama de cachorra, seu fedorento.
- Cheira aqui pra ver se tá fedendo, duvido. - me virou rápido colando nossos corpos, ele abaixou um pouco porque né - Vai cheira.
- Hum tá certo. - cheirei o pescoço dele e é, é mesmo, ele pode ser qualquer coisa, menos fedido.
- To cheiroso? - disse roçando nossos rostos.
- Muito. - mordi os lábios.
- Sabia que eu to com vontade de tirar toda sua roupa.
- A gente vai pro show, seu bocó. Quem inventou isso foi você, perdeu neném. - pisquei o empurrando.
- Não acredito. - ri.
Terminamos de nos arrumar e esperamos o Rober chegar com o Well.

O show era bem animado, e eu adorei a "dança" do Mariano, falei que era um tesão e o Luan ficou enciumado.
A música que eles cantaram chama 'Longe daqui', eu adorei e até lembrei dos dias que passamos na chácara.



- Olha, é bem mais bonita pessoalmente. - o Mariano disse beijando minha mão e eu ri.
- É linda, e minha.
- Tá certo parceiro, tem que cuidar mesmo. - o Munhoz disse me fazendo rir.
- Eu adorei o show, e você dança muito bem viu.
- Ah que bom que gostou, e a Moça dança?
- Esse estilo, danço pouco, quase nada.
- Eu te ensino. Com todo respeito, viu Luan?
- Eu acho melhor não.
- Eu também. - o Luan disse e eu e o Munhoz rimos.
Eles falaram mais umas coisas, tiramos uma foto com eles e saímos direto pra casa.
Entramos no carro e o Luan tava de cara amarrada.
- Que que você tem hein porra?
- Nada.
- Não venha com "nada" não, fale logo.
- Eu não gostei, você flertando com o outro lá. - gargalhei.
- Deixa de ser idiota.
- Ele tá amando, patroa.
- Você está se equivocando, Roberval. E ele está sendo chato. - o olhei feio.
- Chata é você.
- É amor demais da conta.
- Cala a boca. - dissemos juntos.
- Eu quero ser o padrinho desse casamento viu.
- Que casamento o que, seu Testudo, tu sabe que a gente não namora de verdade.
- Vocês brigam, vivem juntos, brigam, ficam se agarrando pelos cantos, ninguém sabe o que acontece quando vocês estão sós, brigam mais, se provocam, sentem falta quando estão longe um do outro. É um relacionamento real.
- Ah para. - reclamei.
- Vocês que não querem enxergar isso.
- Nós só somos talvez, amigos, aprendemos a conviver com o outro sem tentar se matar. Fim.
- É amor, Daphine, amor. Ele só dá apelidos à quem ele gosta.
- Que besteira.
- Então tá, mas porque vocês não soltam essas mãos, hum? - olhamos para nossas mãos entrelaçadas.
- É o costume de ter que ficar assim. - o Luan disse e as soltamos.
- Quantas desculpas. - negou com a cabeça. O Well não falou nada, só prestou atenção no trânsito.
- Ah Rober, para de pilha.
- Vocês ainda vão me dar razão.




E aêe, brasil sil sil ♥
Olhem só, achei eu e minha amiga na foto que tá no fb do Luan jhgcfhgdsajhf  SOCORRO.



Só postei dois dias seguidos pq estava em falta com vocês, agora não estou mais u.u
Agora sejam boazinhas e me digam o que acharam do capítulo, tá bom?

xoxo, docinhos !

2 comentários:

  1. EU ACHEI QUE VOCE TA ARMANDO UMA TRETA KKKK , eu amei , muitos fofos e briguentos eles ' entre tapas e beijos eles se amam da pra eles aceitar isso logo

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  2. awwwwwwwwwnt amei *---* sua amg na foto *-* o cap tava pfto *-* eles negando q se amam sadkjhahjdgjsadgd rober ta maanjano dos paranauê de perceber sentimentos no ar kajshdjhasgd

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