segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Capítulo 44.

" Mas é ciúme, ciúme de você... "


O Luan não deu mais piti por causa do Carter e conseguimos aproveitar muito bem nossos últimos três dias de férias.
Nós paramos algumas vezes pra falar com fãs, o que me deixou bastante surpresa já que não fazia muito sucesso fora do Brasil, mas o vesgo sim e ele merece, merece muito.
- Partiu Brasil? - disse me abraçando por trás.
- Partiu. - sorri.
- Cê gostou da nossa viagem?
- Muito.
- Mesmo?
- Uhum. Nem seus ciúmes chatos atrapalharam. - ele fez careta e eu virei para beijá-lo.
- A gente tem que voltar aqui logo, juntos.
- Também acho. - entrelacei meus braços em seu pescoço.
- Na nossa lua de mel, tá? - ri.
- Vou pensar no seu caso.
O Charlie chegou e levou nossas malas até o táxi, agradecemos a eles, pagamos tudo e nos despedimos.

Tudo estava ótimo, até o Luan encontrar uma "amiga" no aeroporto, ela pegaria o mesmo voo que a gente e nossas poltronas eram na mesma fileira. Uns chamam de coincidência, eu chamo de azar. Que porra, tava tudo bom demais pra ser verdade.
- E o que você anda fazendo, Lu? Nunca mais te vi.
- Ele não frequenta mais o tipo de lugar onde te encontrava, não precisa. - sorri cínica e ele me olhou feio mas to nem aí.
- Nicinha, essa é a Daphine, minha namorada. - continuei de braços cruzados. Não vou fingir que gostei dessazinha, não faço questão de ser educada.
- Ah é sua namorada? Pensei que fosse fã, parece ser tão criança, tem quantos anos? Quinze? - deu uma risada.
- Ela não tem quinze, não. - riu tenso pelo clima pesado que pairou na sala de embarque.
No avião, eles batiam altos papos enquanto eu só desejava ter uma arma.
- Estavam de férias? Que legal, Lu.
- E você, tava fazendo o que por aqui? - perguntou.
- Vim fazer um programa. - eu gargalhei alto.
- Ah. - ele falou pra ela e me olhou em seguida, confuso. Fiz cara de "tá vendo? Eu sabia", ele assentiu discretamente apertando minha mão.
- Programa? Nossa, tão longe... Deve ter cobrado caro. - comentei interessada.
- De TV, sua imbecil! - ela rosnou, ui.
- Não falei nada, queridinha. Falei alguma coisa, amor?
- Não, amor. - concordou.
- A não ser que tu leia pensamentos. - ri.
- Não precisa ler pensamentos pra saber o que se passa na mente de uma... Criança.
- Quando também se é uma fica bastante fácil, não?
- Cê trabalha em Salvador mesmo é? - o Luan se meteu.
- Sim, Lu.
- Ah, e em qual programa que cê trabalha?
- Engraçado, não sabia que tinha lugar pra vaca na televisão. - murmurei alto o suficiente para que eles ouvissem.
- Não sabia o que, Ine?
- Ah já sei! Globo Rural. É no Globo Rural que ela trabalha. - o Luan riu baixinho.
- Eu não tenho saco pra isso não. - ela levantou e foi embora.
- Amor, cê é louca.
- Tu não viu o quanto ela estava se insinuando, Lu? - falei debochada.
- Eu nem tava dando bola pra ela.
- Fazer isso na minha frente seria cara de pau demais, né Luan Rafael? - bati em seu ombro.
- Eita que muié braba. Fica tranquila, eu acho ela feia. Muito feia.
- Tu não me engana não, vesgo. To de olho em você.
- Sua besta. - nos beijamos.
- Eu odeio que me chamem de criança, odeio. Se ela voltar pra cá, eu arranco aqueles mega hair, tá ouvindo? Arranco. - ele riu.
- Isso tudo é ciúme é?
- Não, é fome.
- Que amorzinho, coisa fofa. - falou rindo.






O capítulo tá sem nome pq to sem criatividade flw? Kkkkkkk depois eu coloco.

E tá sem o alinhamento porque to pelo celular, e se tiver erros na escrita, é por esse mesmo motivo. Não to conseguindo acessar a internet pelo pc aqui, quando conseguir prometo que arrumo tudo.
Só postei mesmo pra não deixar vocês sem capítulo = ))


Deem sugestões, tenho uma linha cronológica - literalmente - mas tem umas lacunas que preciso preencher, me ajudem?
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Prontinho, já arrumei ksksksks

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