" É tanto fogo, excitação. "
[...]
Sem ninguém por perto, minha relação com o Luan é bem difícil de
explicar e pior ainda pra entender. Provocações, "ódio", desejo.
- Blá, blá, blá não quero ouvir você falar, Luan Rafael. - peguei meu celular do bolso e entrei no Instagram pra postar uma fotinha.
" Frank Stein? Oi? #chateada "
- Eu me arrependo muito de ter aceitado aquilo. - ele continuou falando, nós tínhamos brigado outra vez, dessa vez pelo canal que íamos assistir.
- Eu também. - desliguei a televisão - Você é um bostinha.
- Você é uma insuportável. - bufou, levantei e fui pra cozinha sendo seguida por ele - E também é ridiculamente gostosa.
- Você não deve ser de nada, me poupe, Querido. - me estiquei pra pegar a chaleira no armário e senti suas mãos na minha cintura.
- Você tem certeza disso?
- Claro.
- Quer pagar pra ver? - ele me virou e seus braços fortes me puxaram contra seu corpo, a chaleira caiu no chão.
- O cantorzinho quer virar homenzinho?
- Não, vou te fazer mulher. De verdade.
- Hmm é mesmo?
- Cala essa boca. - me prendeu num beijo feroz.
Impulsionou-me e pulei em seu colo arranhando sua nuca com vontade. Ele puxou meu cabelo e joguei a cabeça para trás, sentindo sua boca em meu pescoço.
- Viado. - grunhi e ele me deu um chupão.
- Vai ver o tamanho do viado lá em cima, ou cê prefere fazer aqui mesmo? - sou obrigada a responder esse desaforo?
Nem daria tempo, num instante chegamos ao "seu" quarto.
Ele subiu em mim tirando nossas roupas e quando achou que dava, me penetrou com dois dedos, eu gemi alto. Depois que cheguei ao ápice ele tirou seus dedos de dentro de mim, colocando sua língua quente no lugar - DESGRAÇADO -, arqueei as costas gemendo cada vez mais, eu não sou de ser escandalosa porém adoro provocar e sei que isso os excita.
Admito: ele sabe como fazer, e como sabe. Cristo.
Quando eu menos esperava ele me penetrou sem dó, nem piedade me fazendo gritar.
- Doeu Marrentinha? - perguntou debochado.
- Eu vou acabar com você. - falei depois de um longo suspiro.
- To vendo. - segurou meu rosto e me beijou enquanto entrava e saia de mim, num movimento lento e torturante, cravei minha unha em suas costas e pude ouvi ele gemer.
- Doeu Cantorzinho?
- Não devia ter feito isso. - disse levantando. WTF?
- Vai pra onde?
- Tomar um banho. - bocejou - To cansado.
- Não é assim que a banda toca, Queridinho. Volte aqui e termine o que você começou.
- Não. - escutei o chuveiro sendo ligado e gritei colocando o travesseiro no rosto.
- Ele acha o que? Que faz o que quiser comigo? Aqui não. - me enrolei no lençol e entrei no banheiro, me escorei na porta e fiquei observando a cena.
- Que é? - perguntou quando notou minha presença.
- Fofo, não sei se percebeu mas você tá na minha casa. Então quem manda sou eu. - abri o box.
- E?
- E você não vai me deixar desse jeito. Mas que porra.
- Que jeito? - perguntou malicioso e soltei o lençol no chão - Bom, já que insiste tanto.
- Ah não. - resmunguei, ele havia me puxado para dentro do box, e seu corpo molhado roçava no meu.
- Quer que eu te dê um banho? - apalpou minha bunda.
Acabamos transando no chuveiro e dessa vez até trocamos juras, de "ódio", claro.
Nos vestimos só com roupas íntimas e deitamos um de frente pro outro.
- Agora só me arrependo de não ter te fodido antes. - ele disse - Sabe que eu nem tinha reparado na sua tatuagem? Tava ocupado demais pra isso.
- A Demi é uma grande mulher. Uma inspiração pra mim.
- E esses passarinho são bonitos. - ele falou passando a mão, por coincidência ou não, abaixo da minha costela.
- Tá mas agora eu vou pro meu quarto.
- Ah fica aqui poxa. - trouxe meu corpo pra mais perto do dele.
- Foi só sexo. Sem sentimento. Sem cobranças. - ele concordou.
- Fica vai? - roçou nossos lábios.
- Só porque eu to com preguiça de ir pra lá. - me deu um selinho.
- Blá, blá, blá não quero ouvir você falar, Luan Rafael. - peguei meu celular do bolso e entrei no Instagram pra postar uma fotinha.
" Frank Stein? Oi? #chateada "
- Eu me arrependo muito de ter aceitado aquilo. - ele continuou falando, nós tínhamos brigado outra vez, dessa vez pelo canal que íamos assistir.
- Eu também. - desliguei a televisão - Você é um bostinha.
- Você é uma insuportável. - bufou, levantei e fui pra cozinha sendo seguida por ele - E também é ridiculamente gostosa.
- Você não deve ser de nada, me poupe, Querido. - me estiquei pra pegar a chaleira no armário e senti suas mãos na minha cintura.
- Você tem certeza disso?
- Claro.
- Quer pagar pra ver? - ele me virou e seus braços fortes me puxaram contra seu corpo, a chaleira caiu no chão.
- O cantorzinho quer virar homenzinho?
- Não, vou te fazer mulher. De verdade.
- Hmm é mesmo?
- Cala essa boca. - me prendeu num beijo feroz.
Impulsionou-me e pulei em seu colo arranhando sua nuca com vontade. Ele puxou meu cabelo e joguei a cabeça para trás, sentindo sua boca em meu pescoço.
- Viado. - grunhi e ele me deu um chupão.
- Vai ver o tamanho do viado lá em cima, ou cê prefere fazer aqui mesmo? - sou obrigada a responder esse desaforo?
Nem daria tempo, num instante chegamos ao "seu" quarto.
Ele subiu em mim tirando nossas roupas e quando achou que dava, me penetrou com dois dedos, eu gemi alto. Depois que cheguei ao ápice ele tirou seus dedos de dentro de mim, colocando sua língua quente no lugar - DESGRAÇADO -, arqueei as costas gemendo cada vez mais, eu não sou de ser escandalosa porém adoro provocar e sei que isso os excita.
Admito: ele sabe como fazer, e como sabe. Cristo.
Quando eu menos esperava ele me penetrou sem dó, nem piedade me fazendo gritar.
- Doeu Marrentinha? - perguntou debochado.
- Eu vou acabar com você. - falei depois de um longo suspiro.
- To vendo. - segurou meu rosto e me beijou enquanto entrava e saia de mim, num movimento lento e torturante, cravei minha unha em suas costas e pude ouvi ele gemer.
- Doeu Cantorzinho?
- Não devia ter feito isso. - disse levantando. WTF?
- Vai pra onde?
- Tomar um banho. - bocejou - To cansado.
- Não é assim que a banda toca, Queridinho. Volte aqui e termine o que você começou.
- Não. - escutei o chuveiro sendo ligado e gritei colocando o travesseiro no rosto.
- Ele acha o que? Que faz o que quiser comigo? Aqui não. - me enrolei no lençol e entrei no banheiro, me escorei na porta e fiquei observando a cena.
- Que é? - perguntou quando notou minha presença.
- Fofo, não sei se percebeu mas você tá na minha casa. Então quem manda sou eu. - abri o box.
- E?
- E você não vai me deixar desse jeito. Mas que porra.
- Que jeito? - perguntou malicioso e soltei o lençol no chão - Bom, já que insiste tanto.
- Ah não. - resmunguei, ele havia me puxado para dentro do box, e seu corpo molhado roçava no meu.
- Quer que eu te dê um banho? - apalpou minha bunda.
Acabamos transando no chuveiro e dessa vez até trocamos juras, de "ódio", claro.
Nos vestimos só com roupas íntimas e deitamos um de frente pro outro.
- Agora só me arrependo de não ter te fodido antes. - ele disse - Sabe que eu nem tinha reparado na sua tatuagem? Tava ocupado demais pra isso.
- A Demi é uma grande mulher. Uma inspiração pra mim.
- E esses passarinho são bonitos. - ele falou passando a mão, por coincidência ou não, abaixo da minha costela.
- Tá mas agora eu vou pro meu quarto.
- Ah fica aqui poxa. - trouxe meu corpo pra mais perto do dele.
- Foi só sexo. Sem sentimento. Sem cobranças. - ele concordou.
- Fica vai? - roçou nossos lábios.
- Só porque eu to com preguiça de ir pra lá. - me deu um selinho.
* LUAN NARRANDO *
Eu não entendo aquela doida. Eu não entendo. Ela deve ter algum transtorno bipolar.
Às vezes ela é até educada comigo, e tem outras vezes que eu penso que a qualquer momento ela vai me dar um tiro no meio da cara.
Devo admitir que estou gostando de estar com ela, de como ela cede rápido quando parto pro jogo baixo, e eu achando que ela era uma pirralha inocente. Ela sabe o que fazer e como fazer direito, ela sozinha consegue me satisfazer. Nunca pensei que falaria isso mas é verdade.
Enquanto ela dormia, seu celular apitou e eu não consegui conter a curiosidade.
- Otávio? - murmurei pensativo.
Às vezes ela é até educada comigo, e tem outras vezes que eu penso que a qualquer momento ela vai me dar um tiro no meio da cara.
Devo admitir que estou gostando de estar com ela, de como ela cede rápido quando parto pro jogo baixo, e eu achando que ela era uma pirralha inocente. Ela sabe o que fazer e como fazer direito, ela sozinha consegue me satisfazer. Nunca pensei que falaria isso mas é verdade.
Enquanto ela dormia, seu celular apitou e eu não consegui conter a curiosidade.
- Otávio? - murmurei pensativo.
Só quero que me digam o que acharam desse capítulo, tipo, não ficou muuuito hot porque eu sou inocente demais pra uma coisa dessas u.u
Aline,
se quiser deixar link de alguma rede social é bom né!? Kkkkkkkk. Espero
que esteja gostando e que não me deixe, ando muito carente hfyugvskfusv
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☞ Me ajudem na divulgação da fic!? :) ☜

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