" Se eu sei que no final fica tudo bem. "
- Vai no meu show amanhã? - ele perguntou.
- Não sei... - respondi depois que terminei de mastigar.
- Cê nunca foi... Vai, a Piroca também vai, leva a Kamila e o Guilherme.
- Não sei.
- Vai por favor? Eu volto com você pra casa.
- Onde que vai ser?
- Aqui pertinho da capital, vem vai? - fez bico.
- Por que isso agora?
- Eu quero que você vá. Só isso.
- Hum... Tá eu vou. - me deu um beijo.
- Eu te ajudo a lavar a louça.
- Olha... - me impressionei - Vamo.
Lavamos a louça e como não tinha nada pra fazer e já estava tarde, eu fui pro meu quarto. Logo ele entrou e deitou comigo me abraçando. Hm.
- Ei. - falei.
- Oi?
- Tá assim comigo por que?
- É carência.
- Tá. - ri e ele colocou um edredom sobre nós.
- Eu ganho pelo menos um beijo?
- Não.
- Chata.
- Eu sei. - beijou meu ombro.
- Sua carência tá foda hein.
- Você não se sente assim? Cara, ficar na seca por muito tempo não é pra mim. To começando a achar que você me trai.
- Não, vê se eu sou dessas pra tá traindo namorado, ainda mais a gente, que o povo nem vai gostar de falar.
- Desculpa, tava brincando.
- Agora você, fica com um monte de mulher nos camarins por aí a fora. Quem garante que nunca me traiu e essa carência seja remorço?
- Claro que não sua maluca. Eu to gostando de ficar só com você.
- Tá, sei. " ficar na seca por muito tempo não é pra mim". - o imitei com ironia.
- Como quer que eu te prove?
- Não precisa disso.
- Anda fala.
- Luan, não precisa. - me virei para olhá-lo - Eu acho que acredito em você.
- Mesmo? - assenti e selamos nossos lábios - Ó, lá nada de roupa curta ouviu?
- Vai se ferrar, eu visto a roupa que eu quiser.
- Que rebeldia é essa? Te dou umas chineladas.
- Dá nada, se você me bater quando tu dormir eu te mato.
- Nossa que ousada.
- Você não viu nem um terço da minha ousadia.
- Agora eu quero ver.
- Vai ficar querendo.
- Vai deixar eu dormir aqui?
- Hoje não.
- Então eu vou embora. Tchau.
- Tchau. - ele foi.
Quando começou a chover, me mandou um whats:
" Frio :x "
" Tu me acordou pra dizer que tá com frio? Não creio. "
" Calma, eu estava apenas comentando o clima da nossa cidade kkkk
Quer vir pra cá? "
" Meus lençóis fazem bem o papel deles. "
" Prefere os lençóis? "
" Pois é. "
" Magoei viu. "
" To nem aí. "
" E se tiver trovão? "
" Eu não vou dormir direito. "
" Acho que vai ter hein. "
" E o que eu posso fazer? "
" Boa noite, tchau. "
" Tchau '-' "
- Vai no meu show amanhã? - ele perguntou.
- Não sei... - respondi depois que terminei de mastigar.
- Cê nunca foi... Vai, a Piroca também vai, leva a Kamila e o Guilherme.
- Não sei.
- Vai por favor? Eu volto com você pra casa.
- Onde que vai ser?
- Aqui pertinho da capital, vem vai? - fez bico.
- Por que isso agora?
- Eu quero que você vá. Só isso.
- Hum... Tá eu vou. - me deu um beijo.
- Eu te ajudo a lavar a louça.
- Olha... - me impressionei - Vamo.
Lavamos a louça e como não tinha nada pra fazer e já estava tarde, eu fui pro meu quarto. Logo ele entrou e deitou comigo me abraçando. Hm.
- Ei. - falei.
- Oi?
- Tá assim comigo por que?
- É carência.
- Tá. - ri e ele colocou um edredom sobre nós.
- Eu ganho pelo menos um beijo?
- Não.
- Chata.
- Eu sei. - beijou meu ombro.
- Sua carência tá foda hein.
- Você não se sente assim? Cara, ficar na seca por muito tempo não é pra mim. To começando a achar que você me trai.
- Não, vê se eu sou dessas pra tá traindo namorado, ainda mais a gente, que o povo nem vai gostar de falar.
- Desculpa, tava brincando.
- Agora você, fica com um monte de mulher nos camarins por aí a fora. Quem garante que nunca me traiu e essa carência seja remorço?
- Claro que não sua maluca. Eu to gostando de ficar só com você.
- Tá, sei. " ficar na seca por muito tempo não é pra mim". - o imitei com ironia.
- Como quer que eu te prove?
- Não precisa disso.
- Anda fala.
- Luan, não precisa. - me virei para olhá-lo - Eu acho que acredito em você.
- Mesmo? - assenti e selamos nossos lábios - Ó, lá nada de roupa curta ouviu?
- Vai se ferrar, eu visto a roupa que eu quiser.
- Que rebeldia é essa? Te dou umas chineladas.
- Dá nada, se você me bater quando tu dormir eu te mato.
- Nossa que ousada.
- Você não viu nem um terço da minha ousadia.
- Agora eu quero ver.
- Vai ficar querendo.
- Vai deixar eu dormir aqui?
- Hoje não.
- Então eu vou embora. Tchau.
- Tchau. - ele foi.
Quando começou a chover, me mandou um whats:
" Frio :x "
" Tu me acordou pra dizer que tá com frio? Não creio. "
" Calma, eu estava apenas comentando o clima da nossa cidade kkkk
Quer vir pra cá? "
" Meus lençóis fazem bem o papel deles. "
" Prefere os lençóis? "
" Pois é. "
" Magoei viu. "
" To nem aí. "
" E se tiver trovão? "
" Eu não vou dormir direito. "
" Acho que vai ter hein. "
" E o que eu posso fazer? "
" Boa noite, tchau. "
" Tchau '-' "
Durante a madrugada começou os barulhos infernais, eu tenho certo trauma com isso desde criança, e depois que a Mamãe morreu ficou pior.
A Mãe Pri falava pra mim e pra Kami, que quando sentíssemos medo era só fazer a Oração pro nosso Anjo da Guarda, e eu conseguia dormir melhor, às vezes.
Sabe aquela sensação que você sente que tem alguém olhando por você? E que tipo, essa pessoa tá ali pertinho mas você não vê? Acontece comigo direto.
A porta foi aberta e ele entrou com um travesseiro na mão. Ri negando com a cabeça, assenti para que ele viesse pra cama.
- Parece até que era você que tava com medo.
- Eu tava com medo de que você tivesse medo. Não precisa ter medo de nada, eu to aqui.
- Como se você fosse grande coisa.
- Maior que você eu sou.
- Aí ó, já começou o bullying. - ele riu.
- Vem cá.
Uma parte de mim é sono, a outra tá dormindo. Caraca kkkkkkkk
To aceitando sugestões viu?
E se tiver leitoras fantasmas, apareçam okay? Obrigada; xoxo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário